2006
Início da trajetória jornalística, em Manaus.
2008
Assessoria de comunicação no INPA e primeira antologia publicada.
2012
Escreve “A terra por onde caminho”, em Brasília.
2013
Publicação de “A terra por onde caminho”.
2014
Primeiro estande na Bienal de São Paulo, financiado por crowdfunding.
2016
Publicação de “Minhas conversas com o diabo”.
2017/18
“EXO” e “Noite de festa”.
2018
Publicação de “O Pajemaner”, posteriormente apontado em pesquisa de Alexander Meireles da Silva como a primeira experimentação literária do amazofuturismo.
2021
Semifinalista do ABERST com “A volta de Max Headroom”.
2024
Prêmios Ecos da Literatura e semifinais no ABERST.
2025
“Arranha-céu” vence o Prêmio ABERST de Narrativa Curta de Ficção de Crime.
2026
Finalista do 3º Prêmio Kindle de Literatura Jovem e lançamento na Bienal de SP.